Preciso trocar o ERP do escritório?
Não. A análise parte das ferramentas que o escritório já usa, sejam elas o sistema contábil, o fiscal, o de folha ou as planilhas e portais ao redor. Trocar o sistema central só faria sentido se existisse um motivo concreto para isso. Em muitos casos, o problema está na passagem de informação entre o sistema, planilhas, portais, arquivos e pessoas.
É um software pronto para contabilidade?
Não é essa a proposta. O ponto de partida é uma rotina específica do seu escritório. Depois de entender o processo, pode ficar claro que a melhor resposta é usar melhor uma ferramenta existente, integrar dois sistemas, automatizar uma etapa ou criar algo específico.
Que tipo de rotina faz sentido levar para a conversa?
Uma rotina que realmente acontece e que incomoda pela repetição, pelo tempo gasto, pelo retrabalho, pela falta de visibilidade ou pela quantidade de conferência manual. Quanto mais concreta, melhor.
Como saber se vale a pena automatizar?
Antes de automatizar, é preciso olhar para frequência, volume, estabilidade da regra, exceções, risco e custo do trabalho atual. Se o processo acontece pouco, muda o tempo todo ou depende de julgamento em quase todas as etapas, automatizar pode não compensar.
E se o sistema que usamos não tiver API?
Isso não torna a integração automaticamente inviável, mas muda as opções. Pode existir exportação, importação, arquivo estruturado, conector, recurso nativo ou outro caminho adequado. A alternativa só deve ser escolhida depois de entender as limitações reais do sistema e o custo de manutenção.
Quanto custa?
O valor é definido pelo escopo, e o escopo só fica claro depois de mapear uma rotina: quantos sistemas participam, quantas regras e exceções existem, qual o volume e quem acompanha a solução depois de pronta. Por isso a proposta é começar por um piloto curto, de cerca de duas semanas, com uma rotina e escopo fechado: entrega e forma de conferência combinadas antes de começar. Com o piloto rodando, o escritório decide com dado real se amplia, mantém como está ou encerra. O valor só é apresentado depois do mapeamento, com o escopo fechado.
Quanto tempo leva?
A proposta é um piloto curto, com uma rotina por vez e escopo fechado. O prazo exato é combinado depois de mapear a rotina, porque depende de quantos sistemas participam, quantas regras e exceções existem e como a solução será validada. Antes disso, qualquer estimativa seria genérica.
O que eu preciso levar para a primeira conversa?
Uma rotina é suficiente para começar. Se possível, tenha em mente: como ela começa; quem participa; quais sistemas e arquivos entram; onde existe trabalho manual; o que costuma dar errado; e com que frequência acontece. Não precisa preparar documentação formal.
Já temos uma pessoa de TI ou outro fornecedor. Ainda faz sentido?
Pode fazer. O problema pode estar em integração, processo ou visibilidade, sem exigir substituir quem já atende o escritório. O trabalho precisa respeitar as responsabilidades de quem já opera os sistemas.
Como ficam dados, senhas e acessos?
O nível de acesso depende da rotina e da solução escolhida. A regra é usar somente o necessário para executar e validar o trabalho, evitando compartilhar credenciais além do necessário e definindo claramente quais dados e sistemas fazem parte do escopo.